Firma o maneador,
sacode o tirador,
olha o tombo,
escuta o estrondo;
Juntos um só,
potro e terra,
envoltos em pó,
prontos pra guerra;
Põe o bocal,
Aperta o basto,
Te prepara pro laço;
Mostra que quem ta em cima,
Entra no clima,
E que quem ta em baixo,
Entra no laço;
No lombo do tubiano,
Sacode o pano,
Se firma no tento,
um ritual lento;
que dura eternos segundos,
até o soar da campana.
Eduardo D. Gonçalves 19/06/2001
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